Adema realiza Treinamento sobre Procedimentos Operacionais em ocorrências de animais silvestres e pets

Convidada a participar de um treinamento desenvolvido pelos representantes do Riomar Shopping, a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) designou um profissional do seu quadro administrativo para realizar um treinamento/palestra voluntária sobre Procedimentos Operacionais Padrões em ocorrências que envolvem animais silvestres e pets desacompanhados, para os colaboradores dos setores de Brigada e Segurança do centro de compras.

Com o apoio do Pelotão de Polícia Ambiental (PMSE), o médico veterinário Daniel Allievi usou alguns animais inofensivos para a demonstração prática das técnicas ensinadas, sendo eles, uma jandaia (Aratinga jandaya), um cabeça vermelha (Paroaria dominicana) e duas cobras Corn snake (Pantherophis guttatus), mais conhecida como cobra-do-milho.

O treinamento/palestra foi dividido em dois blocos. O primeiro foi composto por uma apresentação em slides realizada pelo veterinário, que explicou as técnicas de captura, os devidos passos para manusear os animais que por ventura venham a aparecer, sempre preservando o bem estar dos bichos e dicas para identificá-los. O segundo e último bloco foi reservado para que os colaboradores dos setores pudessem presenciar uma demonstração e entender as técnicas por meio da prática, onde foi permitido que com o uso de todos os equipamentos de proteção eles pudessem fazer uma simulação de contenção com os animais que foram levados pela PMSE.

A iniciativa se deu por conta das constantes aparições destes animais no Riomar Shopping, uma vez que o estabelecimento está localizado em torno de um manguezal que possui diversas espécies da fauna silvestre habitando em seu entorno. Para a Analista Ambiental do estabelecimento, Vivianne Andrade, o treinamento foi muito importante para a capacitação de seus profissionais. “Eu agradeço muito a oportunidade e a disponibilidade dos colegas que vieram dar essa palestra. Foi de suma importância poder ter a possibilidade de aprender esses treinamentos com uma equipe capacitada e preparada, o que será de grande ajuda para a capacitação dos nossos profissionais futuramente”, afirmou.

Em razão de o centro de compras possuir uma grande quantidade de profissionais trabalhando em turnos distintos, o treinamento/palestra foi dividido em dois dias, ficando para o próximo dia 21 a segunda realização do evento, que contará com outro profissional da Adema e o apoio dos profissionais da PMSE.

Adema desenvolve projeto de estudo em animais que residem no Cetas

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) junto com uma equipe de veterinários do Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), estão desenvolvendo um estudo de parasitas e doenças em aves, répteis e mamíferos  oriundos de resgates e apreensões realizadas pelas equipes do órgão ambiental e que temporariamente residem no Centro de Tratamento.

O principal objetivo do estudo é fazer uma apuração de quais parasitas e as principais doenças que estão afetando os diversos animais silvestres no Estado de Sergipe que são encaminhados ao Cetas por meio de apreensões e resgates, e a partir daí possa ser tomados os devidos cuidados.

O estudo servirá para amostragem e será baseado em três exames: ectoparasitas (carrapatos, pulgas e ácaros), endoparasitas (vermes) e hemoparasitas (parasitas que acometem o sangue). Serão coletadas amostras de aves, répteis e mamíferos, e com o resultado de cada um será feito um levantamento desses dados que posteriormente serão divulgados publicamente.

De acordo o veterinário da Adema e idealizador do projeto, Daniel Allievi, o estudo terá duração de seis meses. “Iniciamos os trabalhos no último dia 5 e coletamos amostras em duas aves, e, todas as quintas-feiras estaremos no Cetas desenvolvendo essa atividade. Após a coleta das amostras de cada animal, faremos uma planilha com dados, quantificando, calculando e tabulando até obtermos o resultado final, cuja previsão será no próximo mês de outubro e que será muito importante para posteriores estudos e divulgações de trabalhos científicos”, afirma.

Adema recebe entrega voluntária de jandaia verdadeira

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu a entrega voluntária de uma jandaia verdadeira (Aratinga jandaya) que estava sendo criada em uma residência há um ano e meio por um casal.

A entrega foi feita na sede do órgão ambiental, localizado no bairro 13 de julho. De acordo com o casal, os vizinhos estavam incomodados com o som que o animal emite, e, para evitar possíveis multas, optaram por fazer a entrega.

Após a avaliação veterinária, foi constatado que se tratava de uma ave de aproximadamente um ano de idade. Por estar bastante ativa e saudável,  ela foi encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade.

De acordo com o Diretor-Presidente da Adema, Gilvan Dias, a ave não pode ser devolvida à natureza de forma imediata. “Por estar mantida em cativeiro durante um ano, ela precisa passar por um processo de adaptação, onde irá recuperar suas características de voo, a fuga de predadores e a alimentação ao ar livre. Essa readaptação pode durar cerca de um ano e só estará finalizada quando os veterinários constatarem que a ave já aprendeu a se alimentar sozinha e recuperar todas as demais características, o que a tornará apta a ser inserida em seu habitat natural”, explica.

A Adema informa que segundo o Decreto 6.514, de 22 de Julho de 2008, o mantimento de guarda doméstica de animais silvestres sem a permissão, licença ou autorização das autoridades competentes é prevista como um crime contra a fauna que acarreta pena de detenção de seis meses a um ano, e multas que podem variar de R$500,00 a R$10.000,00, e caso o animal seja ameaçado de extinção a multa dobra o valor.

O órgão ambiental ressalta que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre, os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar esses animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de qualquer espécie de animal silvestre.

Cobras são resgatadas por equipes da Adema em bairros da capital

Sempre atentas aos chamados da população através do número de telefone (79) 99191-5535, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) continuam efetuando resgates de animais silvestres quando acionadas, tanto na capital quanto em municípios do interior.

No bairro 18 do Forte, Zona Norte da capital, os profissionais resgataram uma jiboia (Boa constrictor) que se encontrava no telhado de uma residência, causando medo e desconforto para os moradores e vizinhos. Feita a avaliação, percebeu tratar-se de um animal ativo, bastante responsivo e saudável e sem nenhuma alteração, o que possibilitou a soltura em área de reserva ambiental.

Outra jiboia (Boa constrictor) foi resgatada no bairo Atalaia, Zona Sul da capital, a qual estava solta em um condomínio residencial. Ao chegar no local, o réptil encontrava-se embaixo de um arbusto, o que facilitou a captura. Após a avaliação foi identificado que se tratava de um animal adulto, ativo, bastante responsivo e sem nenhuma lesão aparente, tendo sido devolvida à natureza em área de reserva ambiental.

No bairro Aruana, Zona de Expansão de Aracaju, os profissionais resgataram dois saruês (Didelphis aurita) que estavam contidos separadamente em caixas de transporte em uma residência. Após avaliação física dos animais, constatou-se que ambos estavam ativos, bastante responsivos e por não apresentarem nenhum tipo de lesão aparente foram postos à soltura.

Entrega voluntária

Na sede da Adema, localizada no bairro São José, Zona Sul da capital, uma das equipes de fauna receberam a entrega voluntária de dois jabutis (C. carbonaria). Realizada as avaliações físicas, verificou-se tratar-se de filhotes ativos, responsivos e saudáveis, tendo sido encaminhados Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, para serem acompanhados durante o processo de desenvolvimento e forem postos à soltura quando estiverem aptos.   

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Equipes da Adema devolvem diversas aves à natureza

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram a soltura de aves em área de reserva ambiental. Boa parte dos pássaros que estavam sob responsabilidade do órgão ambiental foram alvos de resgates pelos profissionais e passaram por reabilitação e cuidados no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, na Zona Norte de Aracaju.

Foram devolvidas à natureza, 24 aves de nove espécies, sendo elas, um sanhaço (Thraupis), um Estevão (Saltator maximus), um frango d’água (gallinula chloropus), dois sabiás (Turdidae), dois papa-capins (Sporophila nigricollis),  três canários da terra (Sicalis flaveola), quatro viuvinhas (Vidua macroura), quatro Jesus meu Deus (Zonotrichia capensis) e seis cardeais-do- Nordeste (Paroaria dominicana), também conhecido como cabeça.

Coruja Suindara

Os profissionais do órgão ambiental foram acionados para resgatar dois filhotes de corujas  suindara (Tyto furcata) que aparentemente caíram de um ninho de uma árvore próximo a uma residência no bairro Santos Dumont, Zona Norte da capital.

Ao chegarem no local da solicitação, a equipe constatou que o referido ninho ficava a uma altura que tornava-se inviável a sua recolocação. Após a avaliação, percebeu-se que ambos estavam ativos, responsivos e saudáveis, tendo sido encaminhados para o Cetas a fim de serem acompanhados durante seu desenvolvimento.

Papagaios-verdadeiro

Profissionais da Adema receberam a solicitação para recolherem dois papagaios-verdadeiro (Amazona aestiva) em uma residência no bairro 13 de julho, Zona Sul de Aracaju. Ao chegarem no local, a equipe foi informada pela solicitante que as aves moravam com a família há cerca de 15 anos, mas, por estarem de mudança, não teria como levá-los.Os pássaros foram recolhidos e encaminhados para o Cetas, onde serão avaliados, monitorados e receberem os devidos cuidados.

Adema recebe entrega voluntária de gato-mourisco

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu a entrega voluntária de um gato-mourisco (Puma yagouaroundi) que estava sendo criado como um animal doméstico por um cidadão em uma residência no município sergipano de Canindé de São Francisco.

A entrega foi feita no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade. Após a avaliação clínica por parte dos profissionais, constatou-se tratar de um macho saudável, com aproximadamente um ano de idade e um comportamento muito dócil, impossibilitando a sua soltura em habitat natural.

Segundo o veterinário da Adema, Daniel Allievi, a partir de agora o lar do felino será o Zoológico de Aracaju, localizado no Parque da Cidade. “Devido ao animal ter sido domesticado e apresentar um comportamento muito dócil e tranquilo, o que dificultaria a sua sobrevivência na natureza, optamos por encaminhá-lo ao Zoológico, onde temos a certeza de que ele terá todos os cuidados necessários para uma vida saudável”, explica.

O gato-mourisco também conhecido como jaguarundi, é um mamífero carnívoro com hábitos diurnos que vive em áreas abertas de mata, e costuma se alimentar de vários tipos de presas, especialmente aves que se alimentam do solo, roedores, répteis e pequenos mamíferos. Geralmente, esses felinos possuem hábitos solitários, mas podem tolerar a formação de pares na natureza, e, de acordo com o Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos (ICMBio) é uma espécie ameaçada de extinção devido à perda e a divisão de seu habitat.

A Adema ressalta a população que configura crime ambiental, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida (Art. 29, Lei 9605/98), e que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre, os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de qualquer espécie de animal silvestre.

Equipes da Adema resgatam diversos animais em bairros da capital e no interior sergipano

Atendendo à solicitações da população, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizou diversos resgates de animais silvestres em bairros da capital e no município Barra dos Coqueiros.

No bairro Inácio Barbosa, na Zona Sul da capital, a equipe foi acionada para fazer o resgate de uma iguana verde (Iguana iguana) que se encontrava no interior de uma residência. Após a contenção e avaliação clínica, constatou-se  ser um animal jovem, ativo e bastante responsivo, tendo sido solto em área de reserva ambiental.

Já no bairro Farolândia, também na Zona Sul, a equipe resgatou dois saruês (Didelphis aurita) que estavam em um condomínio residencial contidos em um tonel. Por estarem saudáveis e responsivos, os animais saudáveis foram postos à soltura.

Outro saruê (Didelphis aurita) foi resgatado na mesma região, no Conjunto Orlando Dantas. Feita a avaliação, constatou-se que o animal estava muito debilitado, com a região traseira comprometida, tendo sido encaminhado ao Cetas para receber os cuidados necessários e posteriormente ser reinserido na natureza.

Ainda na Zona Sul da no bairro Atalaia, as equipes foram acionadas para fazer o resgate de um teiú (Tupinambis) que encontrava-se por trás dos móveis no quarto de uma residência. Feita a avaliação, constatou-se que o réptil estava responsivo e por não apresentar nenhum problema clínico foi reinserido na natureza.

No Conjunto Leite Neto, também na Zona Sul, os profissionais realizaram o resgate de um Saruê (Didelphis aurita) que encontrava-se no quintal de uma residência. Ao fim da avaliação verificou-se que o animal estava saudável e em condições de soltura, tendo o mamífero sido posto à soltura em área de reserva ambiental.

Também no Conjunto Leite Neto, uma das equipes do órgão ambiental recolheu uma rolinha (Columbina) que estava em uma residência. Após a avaliação, verificou-se que a ave encontrava-se saudável, tendo sido posta à soltura em área de reserva ambiental.

Interior

No município Barra dos Coqueiros, Territórios da Grande Aracaju, o órgão ambiental foi acionado para resgatar uma ave que estava impossibilitada de alçar vôo. Feita a avaliação clínica, foi identificado que tratava-se de um filhote de bem-te-vi (Pitangus sulphuratus) que apresentava ferimentos na asa, tendo sido encaminhado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade para cuidados neonatais, e, posteriormente ser solto em seu habitat.

A Adema ressalta a população que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

Adema resgata saruê vítima de espancamento no bairro Atalaia

Uma equipe de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) foi acionada para fazer o resgate de um saruê (Didelphis aurita) vítima de espancamento em uma rua do bairro Atalaia, na Zona Sul da capital. O animal foi resgatado por um morador que presenciou os maus-tratos ao mamífero através do sistema de monitoramento de segurança da casa dele e correu para prestar socorro. 

Ao chegar no local, os profissionais do órgão ambiental foram informados pelo denunciante, que por meio das câmeras de segurança observou alguns homens espancando o animal com um pedaço de madeira, tendo ele feito o resgate e encaminhado o saruê até uma clínica veterinária, onde ficou internado em estado de observação.

Após a avaliação clínica, constatou-se tratar de uma fêmea adulta, com cinco filhotes em seu marsúpio, todos com vida e saudáveis. Como a mãe apresentava traumatismo craniano e hematomas pelo corpo, foi encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para os cuidados médicos e reabilitação, e, posteriormente, ser reinserida na natureza.

O saruê não é considerado um animal perigoso e possui hábitos noturnos, e costumam se alimentar de frutas, raízes, vermes, insetos, lagartos, anfíbios, aves e pequenos mamíferos como ratos, podendo ser encontrados em vários tipos de vegetação, e quando estas são afetadas por construções e desmatamentos, procuram abrigo em centros urbanos, sobretudo em forros, sótãos e porões de residências. 

A Adema ressalta à população que configura crime ambiental, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida (Art. 29, Lei 9605/98), e que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre,  os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema recebe entrega voluntária de 12 cobras

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu a entrega voluntária de 12 cobras que estavam sendo mantidas em cativeiro por um cidadão residente na capital sergipana, de forma irregular e sem as devidas autorizações dos órgãos competentes.
 
Foram entregues duas jiboias (boa constrictor), duas caninanas  (spilotes pullatus), três pitons real (python regius) e cinco suaçubóias, também conhecida como cobra-de-veado (corallus hortulannus). Após a avaliação clínica por parte dos veterinários que integram as equipes de fauna do órgão ambiental, foi constatado que os 12 répteis estavam saudáveis e sem nenhuma enfermidade aparente, tendo sido encaminhadas à uma instituição parceira da Adema, a fim de receber cuidados.
 
Segundo o Diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, os répteis passarão por um processo de reabilitação. “Por terem ficado muito tempo em cativeiro, as cobras já estavam domesticadas, o que as impedem de serem reinseridos na natureza no atual momento. Dessa forma, eles passarão um tempo determinado recebendo tratamento específico e, quando estiverem aptas, serão postas à soltura em área de reserva ambiental”, explica.
 
A Adema ressalta a população que configura crime ambiental, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida (Art. 29, Lei 9605/98), e que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre,  os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema resgata animais silvestres na capital e em cidades do interior

Atendendo à solicitações de populares, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram nos últimos dias, resgates de animais silvestres em bairros da capital e em alguns municípios do interior sergipano.

No bairro Aruana, Zona de Expansão da capital, os profissionais resgataram um papagaio-do-mangue (Amazona amazonica). De acordo com o morador que fez a solicitação, a ave estava sendo perseguida por cães antes de ser salva. Após a contenção, o animal foi encaminhado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, para avaliação clínica, e, posteriormente, ser reinserido na natureza.

Em um condomínio residencial do Conjunto Augusto Franco, no bairro Farolândia, Zona Sul da capital, uma equipe foi solicitada para fazer o resgate de um saruê (Didelphis aurita). Ao chegar no local, o animal já estava contido, e depois da avaliação clínica, percebeu-se tratar de um animal saudável, tendo sido solto em área de reserva ambiental.

No bairro América, Zona Oeste da cidade, uma das equipes de fauna resgataram um jabuti (Chelonoidis carbonaria) que se encontrava em uma residência. A moradora explicou ter encontrado o animal machucado e após avaliação clínica, os profissionais constataram que o animal apresentava  prolapso peniano, tendo sido encaminhado para tratamento no Cetas para tratamento e depois ser devolvido ao habitat.

Interior

No município de Nossa Senhora de Lourdes, no Território do Alto Sertão Sergipano, o órgão ambiental  foi acionado para resgatar um cachorro do mato (Cerdocyon thous) em uma residência. Segundo a moradora, ela pegou o animal para cuidar por dois meses e o soltou em área rural. No entanto, o animal retornou à sua casa, porém machucado, fato que a levou a manter contato com a Adema. Feita a examinação, o mamífero  apresentava dor em uma das patas, o que dificultava sua locomoção, tendo sido encaminhado para o Cetas para reabilitação, e, reinserido à natureza quando estiver saudável.

Já em São Cristóvão, no Território da Grande Aracaju, uma equipe  foi acionada para fazer o resgate de um jacaré (Alligatoridae) que se encontrava no campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Após o resgate e avaliação clínica, constatou-se tratar de um animal saudável e responsivo, e, por não apresentar nenhum problema clínico foi posto à soltura em área de reserva ambiental.

A Adema informa que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

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Última atualização: 9 de fevereiro de 2022 16:03.

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