Equipes da Adema resgatam animais silvestres em bairros da capital e municípios do interior sergipano

Dando prosseguimento às atividades de rotina e atendendo às solicitações por parte da população, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) efetuaram resgates de animais silvestres em alguns bairros da capital e no interior sergipano.

No bairro Farolândia, Zona Sul de Aracaju, os profissionais resgataram uma jiboia arco-íris (Epicrates) que se encontrava em um restaurante. Após a avaliação veterinária, constatou-se tratar-se de um animal adulto com 1,20 m, bastante saudável e ativo, e, por não apresentar nenhuma lesão aparente, foi solto em área de reserva ambiental.

No Centro da capital, um Savacu (Socó-dorminhoco) que estava preso na área de ventilação de uma loja comercial foi resgatado por uma das equipes. Após a avaliação veterinária, viu-se que a ave apresentava lesões nas asas e assim ficando impossibilitada de voar, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para os devidos cuidados, e, posteriormente, ser reinserida na natureza.

No Bairro Industrial, Zona Norte de Aracaju, outra equipe de fauna resgatou uma coruja-do-mato (Strix virgata) que se encontrava dentro de uma residência, contida em uma caixa. Feita a avaliação, os profissionais optaram por encaminhá-la ao Cetas para ser avaliada minuciosamente, e, a depender do resultado, receber os cuidados necessários, e,  posteriormente, ser posta à soltura.

Interior

O órgão ambiental foi acionado para recolher 12 aves silvestres no município de Itaporanga D’ajuda, Território da Grande Aracaju, sendo todas elas provenientes de apreensões realizadas pelo Pelotão de Polícia Ambiental. Entre as aves recolhidas, haviam sanhaço (Thraupis), rolinha-pedrês (Columbina squammata), viuvinha (Colonia colonus), tico-tico (Zonotrichia capensis), canário-da-terra (Sicalis flaveola) e rolinha-roxa (Columbina talpacoti). Após avaliação veterinária, constatou-se que todas elas estavam saudáveis e sem apresentar nenhuma lesão, motivo pelo qual foram libertadas em área de reserva ambiental

No distrito de Lagoa Redonda em Pirambu, Território Leste Sergipano, uma jiboia adulta (Boa constrictor) foi resgatada. Ao chegar no local, os profissionais encontraram o réptil preso em uma rede de pesca. Após avaliação veterinária, constatou-se que a cobra estava saudável, tendo sido posta à soltura.

Adema faz soltura de 88 animais em área de Caatinga

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram a soltura de 88 animais silvestres de diversas espécies, em áreas de vegetação do bioma Caatinga em municípios do Território do Alto Sertão Sergipano.

Foram reinseridos na natureza  jabutis (Chelonoidis carbonaria), papa-capim (Sporophila nigricollis), canário-da-terra (Sicalis flaveola), cardeal (Paroaria), sanhaço (Thraupis), entre outros.

As espécies são provenientes de apreensões e resgates realizados por profissionais da Adema e se encontravam no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, na Zona Norte da capital sergipana, sendo que todos passaram por avaliações veterinárias e receberam os devidos cuidados até estarem aptos à soltura.

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema desenvolve projeto de estudo em animais que residem no Cetas

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) junto com uma equipe de veterinários do Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), estão desenvolvendo um estudo de parasitas e doenças em aves, répteis e mamíferos  oriundos de resgates e apreensões realizadas pelas equipes do órgão ambiental e que temporariamente residem no Centro de Tratamento.

O principal objetivo do estudo é fazer uma apuração de quais parasitas e as principais doenças que estão afetando os diversos animais silvestres no Estado de Sergipe que são encaminhados ao Cetas por meio de apreensões e resgates, e a partir daí possa ser tomados os devidos cuidados.

O estudo servirá para amostragem e será baseado em três exames: ectoparasitas (carrapatos, pulgas e ácaros), endoparasitas (vermes) e hemoparasitas (parasitas que acometem o sangue). Serão coletadas amostras de aves, répteis e mamíferos, e com o resultado de cada um será feito um levantamento desses dados que posteriormente serão divulgados publicamente.

De acordo o veterinário da Adema e idealizador do projeto, Daniel Allievi, o estudo terá duração de seis meses. “Iniciamos os trabalhos no último dia 5 e coletamos amostras em duas aves, e, todas as quintas-feiras estaremos no Cetas desenvolvendo essa atividade. Após a coleta das amostras de cada animal, faremos uma planilha com dados, quantificando, calculando e tabulando até obtermos o resultado final, cuja previsão será no próximo mês de outubro e que será muito importante para posteriores estudos e divulgações de trabalhos científicos”, afirma.

Adema desenvolve projeto Gaiola Aberta

Com iniciativa dos profissionais, Daniel Allievi (veterinário) e Naelson Resende (engenheiro civil), a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) está desenvolvendo o projeto denominado Gaiola Aberta, cujo principal objetivo é conscientizar a sociedade em não prender os animais da fauna, principalmente de maneira irregular, sem as devidas autorizações.

O Gaiola aberta consiste na distribuição de gaiolas em áreas de reserva ambiental, com a frente modificadas e abertas, contendo em seu interior água e alimento específico para que as aves possam entrar e se alimentar, sem perder a vida livre em seu habitat natural. 

As gaiolas utilizadas no projeto são oriundas de apreensões de aves realizadas pelas equipes da Adema e estavam armazenadas no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), onde seriam destruídas após a sua soltura das aves em questão, porém, terão o efeito inverso de quando foram apreendidas.

Segundo o veterinário Daniel Allievi, o projeto possui diversos propósitos. “A princípio, o Gaiola Aberta está sendo desenvolvido no município de Porto da Folha, mas a intenção é que posteriormente ele venha abranger municípios nos oito territórios sergipanos, pois, é um trabalho que serve de estímulo para conscientizar a população a não capturar as aves na natureza e mantê-las aprisionadas. Se o cidadão deseja criar algum tipo de animal silvestre, deve procurar a Adema, a fim de que seja informado se é possível, bem como as condições para obter os cadastros devidos e a permissão para a criação, a fim de que não venha a ter problemas futuros”, ressalta.

 

A Adema reitera que segundo o Decreto 6.514, de 22 de Julho de 2008, o mantimento de guarda doméstica de animais silvestres sem a permissão, licença ou autorização das autoridades competentes é prevista como uma infração administrativa ambiental que acarreta multas que podem variar de R$500,00 a R$10.000,00, e, caso o animal seja ameaçado de extinção, a multa tem o valor dobrado

Adema realiza soltura de 91 animais silvestres em área de Caatinga

Na quinta-feira,28 de abril, em que se comemora o Dia Nacional da Caatinga, equipes da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram a soltura de 91 animais de diversas espécies da fauna silvestre, em áreas de vegetação nativa abundante, do bioma Caatinga.

Foram reinseridos na natureza vários jabutis (Chelonoidis carbonaria), e inúmeras espécies de aves, entre elas, papa-capim (Sporophila nigricollis), canário-da-terra (Sicalis flaveola), cardeal (Paroaria), azulão (Cyanocompsa brissonii), entre outros.

Todos os animais são provenientes de entregas voluntárias e apreensões e resgates realizados pelas equipes de fauna da Adema e do Pelotão Ambiental e se encontravam no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, na Zona Norte de Aracaju, onde passaram por reabilitação e tratamentos veterinários, e somente agora estavam aptos à soltura.

Na oportunidade em que ocorreu a ação, um filhote de coruja (Strigiformes) que havia sido resgatado pelo órgão ambiental, foi destinado ao Instituto Parque dos Falcões, localizado no município de Itabaiana, para desenvolvimento e fortalecimento da musculatura para voo.

Adema recebe entrega voluntária de jandaia verdadeira

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu a entrega voluntária de uma jandaia verdadeira (Aratinga jandaya) que estava sendo criada em uma residência há um ano e meio por um casal.

A entrega foi feita na sede do órgão ambiental, localizado no bairro 13 de julho. De acordo com o casal, os vizinhos estavam incomodados com o som que o animal emite, e, para evitar possíveis multas, optaram por fazer a entrega.

Após a avaliação veterinária, foi constatado que se tratava de uma ave de aproximadamente um ano de idade. Por estar bastante ativa e saudável,  ela foi encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade.

De acordo com o Diretor-Presidente da Adema, Gilvan Dias, a ave não pode ser devolvida à natureza de forma imediata. “Por estar mantida em cativeiro durante um ano, ela precisa passar por um processo de adaptação, onde irá recuperar suas características de voo, a fuga de predadores e a alimentação ao ar livre. Essa readaptação pode durar cerca de um ano e só estará finalizada quando os veterinários constatarem que a ave já aprendeu a se alimentar sozinha e recuperar todas as demais características, o que a tornará apta a ser inserida em seu habitat natural”, explica.

A Adema informa que segundo o Decreto 6.514, de 22 de Julho de 2008, o mantimento de guarda doméstica de animais silvestres sem a permissão, licença ou autorização das autoridades competentes é prevista como um crime contra a fauna que acarreta pena de detenção de seis meses a um ano, e multas que podem variar de R$500,00 a R$10.000,00, e caso o animal seja ameaçado de extinção a multa dobra o valor.

O órgão ambiental ressalta que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre, os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar esses animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de qualquer espécie de animal silvestre.

Equipes da Adema devolvem diversas aves à natureza

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram a soltura de aves em área de reserva ambiental. Boa parte dos pássaros que estavam sob responsabilidade do órgão ambiental foram alvos de resgates pelos profissionais e passaram por reabilitação e cuidados no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, na Zona Norte de Aracaju.

Foram devolvidas à natureza, 24 aves de nove espécies, sendo elas, um sanhaço (Thraupis), um Estevão (Saltator maximus), um frango d’água (gallinula chloropus), dois sabiás (Turdidae), dois papa-capins (Sporophila nigricollis),  três canários da terra (Sicalis flaveola), quatro viuvinhas (Vidua macroura), quatro Jesus meu Deus (Zonotrichia capensis) e seis cardeais-do- Nordeste (Paroaria dominicana), também conhecido como cabeça.

Coruja Suindara

Os profissionais do órgão ambiental foram acionados para resgatar dois filhotes de corujas  suindara (Tyto furcata) que aparentemente caíram de um ninho de uma árvore próximo a uma residência no bairro Santos Dumont, Zona Norte da capital.

Ao chegarem no local da solicitação, a equipe constatou que o referido ninho ficava a uma altura que tornava-se inviável a sua recolocação. Após a avaliação, percebeu-se que ambos estavam ativos, responsivos e saudáveis, tendo sido encaminhados para o Cetas a fim de serem acompanhados durante seu desenvolvimento.

Papagaios-verdadeiro

Profissionais da Adema receberam a solicitação para recolherem dois papagaios-verdadeiro (Amazona aestiva) em uma residência no bairro 13 de julho, Zona Sul de Aracaju. Ao chegarem no local, a equipe foi informada pela solicitante que as aves moravam com a família há cerca de 15 anos, mas, por estarem de mudança, não teria como levá-los.Os pássaros foram recolhidos e encaminhados para o Cetas, onde serão avaliados, monitorados e receberem os devidos cuidados.

Adema reinsere 23 aves na natureza

As equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) pôs à soltura, em área de reserva ambiental, 23 aves de sete espécies que passaram a ter de volta a liberdade para cruzar os céus, respeitando a ordem natural que é de estarem integradas à natureza.    

As aves libertadas são oriundas de entregas voluntárias e apreensões realizadas pelas equipes de fauna do órgão ambiental, e, por apresentarem algum tipo de enfermidade, a exemplo de asa quebrada ou machucada, dificuldades para alçar vôos, lesões e escoriações, foram encaminhadas ao Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, no bairro Industrial, onde passaram pelo processo de  reabilitação.

Os profissionais da Adema devolveram ao habitat natural, um sabiá (Turdidae), dois cravinhos (Coryphospingus Pileatus), quatro assanhaços (Thraupis), quatro canários da terra (Sicalis flaveola), quatro Jesus meu Deus, ( Zonotrichia Capensis), quatro rolinhas do Pará( Columbina) e quatro viuvinhas ( Colonia Colonus).

A Adema ressalta a população que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre,  não deve manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema recebe entrega voluntária de uma corujinha-do-mato e faz resgate de ave da mesma espécie

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) foi acionada para fazer o resgate de uma corujinha-do-mato (Megascops choliba), no bairro Atalaia, Zona Sul da capital. Ainda no mesmo dia, um cidadão realizou a entrega voluntária de uma ave da mesma espécie resgatada.

Após a avaliação pelos profissionais, ficou constatado que as duas aves necessitavam de cuidados clínicos, tendo ambas sido encaminhadas para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, a fim de receberem tratamento, e, após a reabilitação serem reinseridas na natureza.

Espécie da família Strigidade, esse tipo de ave noturna é muito comum no Brasil, e geralmente são encontradas em florestas, áreas urbanas arborizadas e bordas de matas. O macho dessa espécie pode chegar a 30 centímetros e a fêmea até 28.

A Adema comunica que para o resgate e a entrega voluntária de animais silvestres, a população deve entrar em contato com as equipes, por meio do telefone (79) 9 9191-5535, através de ligações e whatsaap.

Adema resgata animais silvestres em bairros da capital

Atendendo à diversas solicitações, no último fim de semana, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) efetuou o resgate de diversos animais silvestres em bairros da capital.

No bairro Atalaia, Zona Sul da capital, uma das equipes efetuou o resgate de uma jandaia (Eupsittula aurea), que estava caída em frente a uma academia de ginástica. Após a contenção  e realizada a  análise clínica, foi constatado que a ave encontrava-se em estado de choque e necessitava de cuidados clínicos, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas).

Ainda no mesmo bairro, profissionais receberam o chamado para  resgatar um sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus) que estava em uma residência. Feita a análise clínica, constatou-se que o mamífero também se encontrava em estado de choque, e, posteriormente, foi encaminhado ao Cetas para tratamento.

Também na Zona Sul da capital, uma das equipes foi acionada para resgatar uma iguana (Iguana iguana) que estava no jardim de uma residência, no bairro Coroa do Meio. Após a avaliação clínica, observou-se que o réptil encontrava-se saudável, sendo posto à soltura em área de reserva ambiental.

No bairro Aruana, Zona de Expansão de Aracaju, outra equipe de fauna do órgão foi acionada para fazer o resgate de uma jiboia arco-íris (Epicrates), que se encontrava na janela de uma residência. Avaliado clinicamente, observou-se que o animal se encontrava ativo e saudável, tendo sido devolvido em área de reserva ambiental.

No bairro Jardins, na Zona Sul, os profissionais resgataram um cagado d’água ( Chelidae) que encontrava-se há meses em uma residência. No local, a equipe constatou que o animal era mantido em cativeiro, tendo sido encaminhado ao Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para reabilitação.

Nas imediações, porém, no bairro Grageru, um carcará (Caracara plancus) que se encontrava na garagem de um edifício foi resgatado por uma das equipes. Realizada a avaliação clínica, foi certificado que o pássaro necessitava de cuidados clínicos, tendo sido encaminhada ao Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para receber o tratamento necessário.

A Adema informa que, caso a população encontre algum animal silvestre é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

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Última atualização: 9 de novembro de 2021 15:51.

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