Adema faz soltura de 88 animais em área de Caatinga

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram a soltura de 88 animais silvestres de diversas espécies, em áreas de vegetação do bioma Caatinga em municípios do Território do Alto Sertão Sergipano.

Foram reinseridos na natureza  jabutis (Chelonoidis carbonaria), papa-capim (Sporophila nigricollis), canário-da-terra (Sicalis flaveola), cardeal (Paroaria), sanhaço (Thraupis), entre outros.

As espécies são provenientes de apreensões e resgates realizados por profissionais da Adema e se encontravam no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, na Zona Norte da capital sergipana, sendo que todos passaram por avaliações veterinárias e receberam os devidos cuidados até estarem aptos à soltura.

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema desenvolve projeto de estudo em animais que residem no Cetas

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) junto com uma equipe de veterinários do Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), estão desenvolvendo um estudo de parasitas e doenças em aves, répteis e mamíferos  oriundos de resgates e apreensões realizadas pelas equipes do órgão ambiental e que temporariamente residem no Centro de Tratamento.

O principal objetivo do estudo é fazer uma apuração de quais parasitas e as principais doenças que estão afetando os diversos animais silvestres no Estado de Sergipe que são encaminhados ao Cetas por meio de apreensões e resgates, e a partir daí possa ser tomados os devidos cuidados.

O estudo servirá para amostragem e será baseado em três exames: ectoparasitas (carrapatos, pulgas e ácaros), endoparasitas (vermes) e hemoparasitas (parasitas que acometem o sangue). Serão coletadas amostras de aves, répteis e mamíferos, e com o resultado de cada um será feito um levantamento desses dados que posteriormente serão divulgados publicamente.

De acordo o veterinário da Adema e idealizador do projeto, Daniel Allievi, o estudo terá duração de seis meses. “Iniciamos os trabalhos no último dia 5 e coletamos amostras em duas aves, e, todas as quintas-feiras estaremos no Cetas desenvolvendo essa atividade. Após a coleta das amostras de cada animal, faremos uma planilha com dados, quantificando, calculando e tabulando até obtermos o resultado final, cuja previsão será no próximo mês de outubro e que será muito importante para posteriores estudos e divulgações de trabalhos científicos”, afirma.

Animais são resgatados por equipes da Adema

Atendendo às solicitações de diversos moradores, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram resgates de animais em vários bairros da capital.

No bairro Aruana, Zona de Expansão da capital, uma jiboia (Boa constrictor) adulta foi resgatada, e após a avaliação veterinária, por encontrar-se saudável e sem apresentar nenhuma lesão, foi posta à soltura.

Outra jiboia adulta foi resgatada, porém, em uma residência no bairro Santa Maria, Zona Sul da capital. Por estar saudável e responsivo e sem apresentar nenhuma lesão, o réptil foi posto a soltura em área de reserva ambiental.

Jandaias       

Ainda no mesmo bairro, uma equipe resgatou uma Jandaia verdadeira (Aratinga jandaya) que estava dentro de uma residência. Após avaliação veterinária, constatou-se tratar de um animal bastante responsivo, porém, apresentando uma lesão aparente em uma das asas, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para reabilitação, e, posteriormente ser reinserida na natureza.

Outra Jandaia verdadeira (Aratinga jandaya) foi resgatada no bairro Augusto Franco, na Zona Sul. Feita a avaliação, o animal estava saudável e em condições de soltura, tendo sido reinserido em área de reserva ambiental.

Ainda na Zona Sul, no bairro 13 de julho, os profissionais resgataram uma andorinha (Hirundinidae). Ao chegar no local, a ave já estava contida e após avaliação, constatou-se tratar-se de uma espécie juvenil, bastante ativo, porém, apresentava uma respiração dispnéica, tendo sido encaminhada para o Cetas para receber os cuidados necessários e depois ser posta à soltura.

Na Zona Oeste, no bairro Capucho, uma equipe foi acionada para resgatar um gavião carijó (Rupornis magnirostris) que se encontrava em uma área do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SE). Segundo os funcionários do órgão, o animal não conseguia voar e estava bastante estressado. Feita a avaliação veterinária, constatou que a ave apresentava uma lesão na asa direita, tendo sido encaminhada para o Cetas para reabilitação, e, posteriormente ser solta em seu habitat.

A Adema ressalta que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

Adema recebe entrega voluntária de sagui-de-tufo-branco vítima de maus tratos

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu voluntariamente um sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus) que estava sendo vítima de maus tratos por um cidadão. A entrega foi feita na sede do órgão ambiental, localizado no bairro 13 de julho, por uma mulher que durante o ato informou ter recolhido o animal após ele cair machucado de uma árvore em razão de um morador que  vive próximo à sua residência ter atirado pedras por ele estar perto do galinheiro que o mesmo mantinha em sua casa.

Após avaliação veterinária, constatou-se tratar de um macho filhote, bastante debilitado e apático, apresentando uma infecção bilateral em ambos os olhos, tendo sido encaminhado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para os cuidados médicos e reabilitação, e, posteriormente ser reinserido na natureza.

O sagui é um animal silvestre de uma espécie exótica que necessita viver com seus similares para aprender com eles todos os hábitos, e se alimentam não só de bananas e outras frutas, mas também de grãos e insetos, podendo ser encontrados geralmente em áreas com vegetação, pois vivem em copas de árvores. Os saguis são receptivos com os homens, mas é um animal temperamental, podendo morder os seres humanos sem razões aparentes.

A Adema ressalta à população que configura crime ambiental, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida (Art. 29, Lei 9605/98), e que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre,  os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Caititus transferidos para Pernambuco são reinseridos na natureza

Após passarem por processo de reintrodução monitorada, os 28 caititus (Pecari tajacu) transferidos do zoológico de Aracaju em novembro do ano passado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangará), foram reinseridos na natureza.

A ação resultante da parceria entre a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) e a Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) foi finalizada com sucesso e comemorada por todos os profissionais envolvidos.

Durante a ação foi utilizado o método de soltura branda, a fim de que os mamíferos aos poucos fossem se adaptando ao local e também para que os filhotes não fossem deixados para trás por suas mães durante o processo.

O método escolhido pelos profissionais consiste em uma soltura gradativa em que os animais são confinados em um viveiro no ambiente natural, e, à medida em que eles vão amenizando o estresse, ganham liberdade na natureza. Apesar de ter sido um processo delicado, ao final, todos os caititus saíram e os filhotes conseguiram acompanhar suas mães.

Após a abertura do acesso dos animais à área de soltura, a equipe do Projeto Serra Grande e os técnicos da CPRH, que vem dando suporte nos procedimentos estão acompanhando diariamente o desenvolvimento e adaptação desses mamíferos na busca por alimentos e abrigo, por meio do uso de armadilhas fotográficas que são espalhadas pela mata.

De acordo com a bióloga Aline Borba, que esteve à frente do processo, o procedimento foi estudado por seis meses pelos profissionais de ambos os órgãos. “Tivemos a ideia de desenvolver esse projeto e o Diretor-Presidente da Adema acatou e autorizou a sua realização. O projeto foi estudado durante seis meses pelos profissionais dos dois órgãos ambientais visando garantir o bem-estar dos mamíferos. Apesar do processo delicado durante o desenvolvimento dos trabalhos, conseguimos alcançar os resultados que almejávamos”, afirmou.

Adema recebe entrega voluntária de jandaia verdadeira

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu a entrega voluntária de uma jandaia verdadeira (Aratinga jandaya) que estava sendo criada em uma residência há um ano e meio por um casal.

A entrega foi feita na sede do órgão ambiental, localizado no bairro 13 de julho. De acordo com o casal, os vizinhos estavam incomodados com o som que o animal emite, e, para evitar possíveis multas, optaram por fazer a entrega.

Após a avaliação veterinária, foi constatado que se tratava de uma ave de aproximadamente um ano de idade. Por estar bastante ativa e saudável,  ela foi encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade.

De acordo com o Diretor-Presidente da Adema, Gilvan Dias, a ave não pode ser devolvida à natureza de forma imediata. “Por estar mantida em cativeiro durante um ano, ela precisa passar por um processo de adaptação, onde irá recuperar suas características de voo, a fuga de predadores e a alimentação ao ar livre. Essa readaptação pode durar cerca de um ano e só estará finalizada quando os veterinários constatarem que a ave já aprendeu a se alimentar sozinha e recuperar todas as demais características, o que a tornará apta a ser inserida em seu habitat natural”, explica.

A Adema informa que segundo o Decreto 6.514, de 22 de Julho de 2008, o mantimento de guarda doméstica de animais silvestres sem a permissão, licença ou autorização das autoridades competentes é prevista como um crime contra a fauna que acarreta pena de detenção de seis meses a um ano, e multas que podem variar de R$500,00 a R$10.000,00, e caso o animal seja ameaçado de extinção a multa dobra o valor.

O órgão ambiental ressalta que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre, os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar esses animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de qualquer espécie de animal silvestre.

Cobras são resgatadas por equipes da Adema em bairros da capital

Sempre atentas aos chamados da população através do número de telefone (79) 99191-5535, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) continuam efetuando resgates de animais silvestres quando acionadas, tanto na capital quanto em municípios do interior.

No bairro 18 do Forte, Zona Norte da capital, os profissionais resgataram uma jiboia (Boa constrictor) que se encontrava no telhado de uma residência, causando medo e desconforto para os moradores e vizinhos. Feita a avaliação, percebeu tratar-se de um animal ativo, bastante responsivo e saudável e sem nenhuma alteração, o que possibilitou a soltura em área de reserva ambiental.

Outra jiboia (Boa constrictor) foi resgatada no bairo Atalaia, Zona Sul da capital, a qual estava solta em um condomínio residencial. Ao chegar no local, o réptil encontrava-se embaixo de um arbusto, o que facilitou a captura. Após a avaliação foi identificado que se tratava de um animal adulto, ativo, bastante responsivo e sem nenhuma lesão aparente, tendo sido devolvida à natureza em área de reserva ambiental.

No bairro Aruana, Zona de Expansão de Aracaju, os profissionais resgataram dois saruês (Didelphis aurita) que estavam contidos separadamente em caixas de transporte em uma residência. Após avaliação física dos animais, constatou-se que ambos estavam ativos, bastante responsivos e por não apresentarem nenhum tipo de lesão aparente foram postos à soltura.

Entrega voluntária

Na sede da Adema, localizada no bairro São José, Zona Sul da capital, uma das equipes de fauna receberam a entrega voluntária de dois jabutis (C. carbonaria). Realizada as avaliações físicas, verificou-se tratar-se de filhotes ativos, responsivos e saudáveis, tendo sido encaminhados Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, para serem acompanhados durante o processo de desenvolvimento e forem postos à soltura quando estiverem aptos.   

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Equipes da Adema devolvem diversas aves à natureza

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram a soltura de aves em área de reserva ambiental. Boa parte dos pássaros que estavam sob responsabilidade do órgão ambiental foram alvos de resgates pelos profissionais e passaram por reabilitação e cuidados no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, na Zona Norte de Aracaju.

Foram devolvidas à natureza, 24 aves de nove espécies, sendo elas, um sanhaço (Thraupis), um Estevão (Saltator maximus), um frango d’água (gallinula chloropus), dois sabiás (Turdidae), dois papa-capins (Sporophila nigricollis),  três canários da terra (Sicalis flaveola), quatro viuvinhas (Vidua macroura), quatro Jesus meu Deus (Zonotrichia capensis) e seis cardeais-do- Nordeste (Paroaria dominicana), também conhecido como cabeça.

Coruja Suindara

Os profissionais do órgão ambiental foram acionados para resgatar dois filhotes de corujas  suindara (Tyto furcata) que aparentemente caíram de um ninho de uma árvore próximo a uma residência no bairro Santos Dumont, Zona Norte da capital.

Ao chegarem no local da solicitação, a equipe constatou que o referido ninho ficava a uma altura que tornava-se inviável a sua recolocação. Após a avaliação, percebeu-se que ambos estavam ativos, responsivos e saudáveis, tendo sido encaminhados para o Cetas a fim de serem acompanhados durante seu desenvolvimento.

Papagaios-verdadeiro

Profissionais da Adema receberam a solicitação para recolherem dois papagaios-verdadeiro (Amazona aestiva) em uma residência no bairro 13 de julho, Zona Sul de Aracaju. Ao chegarem no local, a equipe foi informada pela solicitante que as aves moravam com a família há cerca de 15 anos, mas, por estarem de mudança, não teria como levá-los.Os pássaros foram recolhidos e encaminhados para o Cetas, onde serão avaliados, monitorados e receberem os devidos cuidados.

Adema recebe entrega voluntária de gato-mourisco

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu a entrega voluntária de um gato-mourisco (Puma yagouaroundi) que estava sendo criado como um animal doméstico por um cidadão em uma residência no município sergipano de Canindé de São Francisco.

A entrega foi feita no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade. Após a avaliação clínica por parte dos profissionais, constatou-se tratar de um macho saudável, com aproximadamente um ano de idade e um comportamento muito dócil, impossibilitando a sua soltura em habitat natural.

Segundo o veterinário da Adema, Daniel Allievi, a partir de agora o lar do felino será o Zoológico de Aracaju, localizado no Parque da Cidade. “Devido ao animal ter sido domesticado e apresentar um comportamento muito dócil e tranquilo, o que dificultaria a sua sobrevivência na natureza, optamos por encaminhá-lo ao Zoológico, onde temos a certeza de que ele terá todos os cuidados necessários para uma vida saudável”, explica.

O gato-mourisco também conhecido como jaguarundi, é um mamífero carnívoro com hábitos diurnos que vive em áreas abertas de mata, e costuma se alimentar de vários tipos de presas, especialmente aves que se alimentam do solo, roedores, répteis e pequenos mamíferos. Geralmente, esses felinos possuem hábitos solitários, mas podem tolerar a formação de pares na natureza, e, de acordo com o Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos (ICMBio) é uma espécie ameaçada de extinção devido à perda e a divisão de seu habitat.

A Adema ressalta a população que configura crime ambiental, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida (Art. 29, Lei 9605/98), e que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre, os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de qualquer espécie de animal silvestre.

Equipes da Adema resgatam diversos animais em bairros da capital e no interior sergipano

Atendendo à solicitações da população, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizou diversos resgates de animais silvestres em bairros da capital e no município Barra dos Coqueiros.

No bairro Inácio Barbosa, na Zona Sul da capital, a equipe foi acionada para fazer o resgate de uma iguana verde (Iguana iguana) que se encontrava no interior de uma residência. Após a contenção e avaliação clínica, constatou-se  ser um animal jovem, ativo e bastante responsivo, tendo sido solto em área de reserva ambiental.

Já no bairro Farolândia, também na Zona Sul, a equipe resgatou dois saruês (Didelphis aurita) que estavam em um condomínio residencial contidos em um tonel. Por estarem saudáveis e responsivos, os animais saudáveis foram postos à soltura.

Outro saruê (Didelphis aurita) foi resgatado na mesma região, no Conjunto Orlando Dantas. Feita a avaliação, constatou-se que o animal estava muito debilitado, com a região traseira comprometida, tendo sido encaminhado ao Cetas para receber os cuidados necessários e posteriormente ser reinserido na natureza.

Ainda na Zona Sul da no bairro Atalaia, as equipes foram acionadas para fazer o resgate de um teiú (Tupinambis) que encontrava-se por trás dos móveis no quarto de uma residência. Feita a avaliação, constatou-se que o réptil estava responsivo e por não apresentar nenhum problema clínico foi reinserido na natureza.

No Conjunto Leite Neto, também na Zona Sul, os profissionais realizaram o resgate de um Saruê (Didelphis aurita) que encontrava-se no quintal de uma residência. Ao fim da avaliação verificou-se que o animal estava saudável e em condições de soltura, tendo o mamífero sido posto à soltura em área de reserva ambiental.

Também no Conjunto Leite Neto, uma das equipes do órgão ambiental recolheu uma rolinha (Columbina) que estava em uma residência. Após a avaliação, verificou-se que a ave encontrava-se saudável, tendo sido posta à soltura em área de reserva ambiental.

Interior

No município Barra dos Coqueiros, Territórios da Grande Aracaju, o órgão ambiental foi acionado para resgatar uma ave que estava impossibilitada de alçar vôo. Feita a avaliação clínica, foi identificado que tratava-se de um filhote de bem-te-vi (Pitangus sulphuratus) que apresentava ferimentos na asa, tendo sido encaminhado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade para cuidados neonatais, e, posteriormente ser solto em seu habitat.

A Adema ressalta a população que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

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Última atualização: 14 de março de 2022 13:46.

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