Equipes da Adema resgatam animais silvestres em bairros da capital e municípios do interior sergipano

Dando prosseguimento às atividades de rotina e atendendo às solicitações por parte da população, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) efetuaram resgates de animais silvestres em alguns bairros da capital e no interior sergipano.

No bairro Farolândia, Zona Sul de Aracaju, os profissionais resgataram uma jiboia arco-íris (Epicrates) que se encontrava em um restaurante. Após a avaliação veterinária, constatou-se tratar-se de um animal adulto com 1,20 m, bastante saudável e ativo, e, por não apresentar nenhuma lesão aparente, foi solto em área de reserva ambiental.

No Centro da capital, um Savacu (Socó-dorminhoco) que estava preso na área de ventilação de uma loja comercial foi resgatado por uma das equipes. Após a avaliação veterinária, viu-se que a ave apresentava lesões nas asas e assim ficando impossibilitada de voar, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para os devidos cuidados, e, posteriormente, ser reinserida na natureza.

No Bairro Industrial, Zona Norte de Aracaju, outra equipe de fauna resgatou uma coruja-do-mato (Strix virgata) que se encontrava dentro de uma residência, contida em uma caixa. Feita a avaliação, os profissionais optaram por encaminhá-la ao Cetas para ser avaliada minuciosamente, e, a depender do resultado, receber os cuidados necessários, e,  posteriormente, ser posta à soltura.

Interior

O órgão ambiental foi acionado para recolher 12 aves silvestres no município de Itaporanga D’ajuda, Território da Grande Aracaju, sendo todas elas provenientes de apreensões realizadas pelo Pelotão de Polícia Ambiental. Entre as aves recolhidas, haviam sanhaço (Thraupis), rolinha-pedrês (Columbina squammata), viuvinha (Colonia colonus), tico-tico (Zonotrichia capensis), canário-da-terra (Sicalis flaveola) e rolinha-roxa (Columbina talpacoti). Após avaliação veterinária, constatou-se que todas elas estavam saudáveis e sem apresentar nenhuma lesão, motivo pelo qual foram libertadas em área de reserva ambiental

No distrito de Lagoa Redonda em Pirambu, Território Leste Sergipano, uma jiboia adulta (Boa constrictor) foi resgatada. Ao chegar no local, os profissionais encontraram o réptil preso em uma rede de pesca. Após avaliação veterinária, constatou-se que a cobra estava saudável, tendo sido posta à soltura.

Equipes da Adema resgatam jiboias em bairros da capital e no interior

Por conta das chuvas leves, porém recorrentes, nas últimas semanas as solicitações para que as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) resgatem cobras jiboias (Boa constrictor) tem aumentado consideravelmente tanto na capital, quanto no interior sergipano.

No bairro Porto Dantas, Zona Norte de Aracaju, os profissionais resgataram uma jiboia que se encontrava solta em um condomínio residencial. Feita a avaliação, percebeu tratar-se de um animal jovem, bastante ativo e responsivo e sem nenhuma lesão, o que possibilitou sua soltura em área de reserva ambiental.

Outra cobra da mesma espécie foi resgatada no Conjunto Santa Luzia, Zona Oeste da capital, que estava em um galpão. Após a avaliação dos profissionais, constatou-se tratar de uma jiboia filhote, bastante responsiva e sem nenhuma lesão aparente, tendo sido solta em área de reserva ambiental.

No bairro Mosqueiro, Zona de Expansão, os profissionais também resgataram uma jiboia que estava em uma residência. Concluída a avaliação, verificou-se tratar de um réptil adulto, saudável e sem nenhuma alteração, tendo sido posta à soltura.

Interior sergipano

No município de São Cristóvão, Território da Grande Aracaju, as equipes foram acionadas para resgatar uma jiboia adulta que estava em um posto de saúde, localizado no Povoado Cardoso. Feita a avaliação, percebeu-se que o réptil estava saudável e sem nenhuma lesão, tendo sido solto posteriormente em reserva ambiental.

Segundo o veterinário da Adema, Daniel Allievi, a frequente ocorrência dessa espécie é comum em períodos de chuva. “O aparecimento recorrente das cobras jiboias é bem comum nessa época do ano, devido ao tempo chuvoso. A chuva cai em maior frequência e acaba inundando o abrigo desses répteis, fazendo com que eles saiam de suas tocas a procura de um novo local para ficarem. Outro fator de influência nesse caso é o fato desses animais serem ectotérmicos, ou seja, eles regulam a sua temperatura de acordo com o habitat em que estão inseridos, fazendo com que as jiboias saiam em busca de sol e calor para se aquecerem”, explica.

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Cobras são resgatadas por equipes da Adema em bairros da capital

Sempre atentas aos chamados da população através do número de telefone (79) 99191-5535, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) continuam efetuando resgates de animais silvestres quando acionadas, tanto na capital quanto em municípios do interior.

No bairro 18 do Forte, Zona Norte da capital, os profissionais resgataram uma jiboia (Boa constrictor) que se encontrava no telhado de uma residência, causando medo e desconforto para os moradores e vizinhos. Feita a avaliação, percebeu tratar-se de um animal ativo, bastante responsivo e saudável e sem nenhuma alteração, o que possibilitou a soltura em área de reserva ambiental.

Outra jiboia (Boa constrictor) foi resgatada no bairo Atalaia, Zona Sul da capital, a qual estava solta em um condomínio residencial. Ao chegar no local, o réptil encontrava-se embaixo de um arbusto, o que facilitou a captura. Após a avaliação foi identificado que se tratava de um animal adulto, ativo, bastante responsivo e sem nenhuma lesão aparente, tendo sido devolvida à natureza em área de reserva ambiental.

No bairro Aruana, Zona de Expansão de Aracaju, os profissionais resgataram dois saruês (Didelphis aurita) que estavam contidos separadamente em caixas de transporte em uma residência. Após avaliação física dos animais, constatou-se que ambos estavam ativos, bastante responsivos e por não apresentarem nenhum tipo de lesão aparente foram postos à soltura.

Entrega voluntária

Na sede da Adema, localizada no bairro São José, Zona Sul da capital, uma das equipes de fauna receberam a entrega voluntária de dois jabutis (C. carbonaria). Realizada as avaliações físicas, verificou-se tratar-se de filhotes ativos, responsivos e saudáveis, tendo sido encaminhados Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, para serem acompanhados durante o processo de desenvolvimento e forem postos à soltura quando estiverem aptos.   

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema recebe entrega voluntária de 12 cobras

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recebeu a entrega voluntária de 12 cobras que estavam sendo mantidas em cativeiro por um cidadão residente na capital sergipana, de forma irregular e sem as devidas autorizações dos órgãos competentes.
 
Foram entregues duas jiboias (boa constrictor), duas caninanas  (spilotes pullatus), três pitons real (python regius) e cinco suaçubóias, também conhecida como cobra-de-veado (corallus hortulannus). Após a avaliação clínica por parte dos veterinários que integram as equipes de fauna do órgão ambiental, foi constatado que os 12 répteis estavam saudáveis e sem nenhuma enfermidade aparente, tendo sido encaminhadas à uma instituição parceira da Adema, a fim de receber cuidados.
 
Segundo o Diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, os répteis passarão por um processo de reabilitação. “Por terem ficado muito tempo em cativeiro, as cobras já estavam domesticadas, o que as impedem de serem reinseridos na natureza no atual momento. Dessa forma, eles passarão um tempo determinado recebendo tratamento específico e, quando estiverem aptas, serão postas à soltura em área de reserva ambiental”, explica.
 
A Adema ressalta a população que configura crime ambiental, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida (Art. 29, Lei 9605/98), e que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre,  os cidadãos não devem manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema resgata animais silvestres em bairros da capital

Atendendo à diversas solicitações, no último fim de semana, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) efetuou o resgate de diversos animais silvestres em bairros da capital.

No bairro Atalaia, Zona Sul da capital, uma das equipes efetuou o resgate de uma jandaia (Eupsittula aurea), que estava caída em frente a uma academia de ginástica. Após a contenção  e realizada a  análise clínica, foi constatado que a ave encontrava-se em estado de choque e necessitava de cuidados clínicos, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas).

Ainda no mesmo bairro, profissionais receberam o chamado para  resgatar um sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus) que estava em uma residência. Feita a análise clínica, constatou-se que o mamífero também se encontrava em estado de choque, e, posteriormente, foi encaminhado ao Cetas para tratamento.

Também na Zona Sul da capital, uma das equipes foi acionada para resgatar uma iguana (Iguana iguana) que estava no jardim de uma residência, no bairro Coroa do Meio. Após a avaliação clínica, observou-se que o réptil encontrava-se saudável, sendo posto à soltura em área de reserva ambiental.

No bairro Aruana, Zona de Expansão de Aracaju, outra equipe de fauna do órgão foi acionada para fazer o resgate de uma jiboia arco-íris (Epicrates), que se encontrava na janela de uma residência. Avaliado clinicamente, observou-se que o animal se encontrava ativo e saudável, tendo sido devolvido em área de reserva ambiental.

No bairro Jardins, na Zona Sul, os profissionais resgataram um cagado d’água ( Chelidae) que encontrava-se há meses em uma residência. No local, a equipe constatou que o animal era mantido em cativeiro, tendo sido encaminhado ao Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para reabilitação.

Nas imediações, porém, no bairro Grageru, um carcará (Caracara plancus) que se encontrava na garagem de um edifício foi resgatado por uma das equipes. Realizada a avaliação clínica, foi certificado que o pássaro necessitava de cuidados clínicos, tendo sido encaminhada ao Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para receber o tratamento necessário.

A Adema informa que, caso a população encontre algum animal silvestre é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

Equipes da Adema resgatam diversos animais silvestres na capital

Nos últimos dias, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) foram acionadas para resgatar várias espécies de animais silvestres em alguns bairros da capital sergipana.

No bairro Mosqueiro, Zona de Expansão de Aracaju, os profissionais resgataram um guaxinim (Procyon lotor) que encontrava-se em um terreno de uma residência. Ao chegar no local, constataram tratar-se de uma espécie macho, que estava muito debilitado, além de apresentar um ferimento na pata esquerda com presença de miíase e exposição óssea. Após o resgate, o animal passou por avaliação clínica, recebeu limpeza no ferimento, foi medicado, e, posteriormente encaminhado ao Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, onde receberá tratamento até estar apto à soltura.

Também na mesma região, a equipe foi acionada por moradores, e, ao chegarem na residência de uma família no bairro Aruana, os profissionais identificaram um ninho com cinco filhotes de garrincha (Troglodytes musculus), contidas em uma caixa de papelão, e, certificou-se que todos estavam bem desenvolvidos, porém, foram levados ao Cetas para ficar em observação, até estarem prontos para serem reinserido na natureza.

No mesmo bairro, moradores solicitaram o resgate de um saruê (Didelphis aurita) que estava vagando em um condomínio residencial. Feita a avaliação, os profissionais constataram que apesar de juvenil e não apresentar escoriações pelo corpo, o animal estava apático (razão pela qual se encontrava contido em uma balde) e letárgico, tendo sido encaminhado ao Cetas para tratamento.

Ainda na Zona de Expansão, os servidores do órgão ambiental resgataram uma cobra cipó (Chironius) em um condomínio residencial no Loteamento Marivan. Avaliado clinicamente, o réptil estava bem de saúde e foi devolvido em área de reserva ambiental.

No bairro Getúlio Vargas, o proprietário de um estabelecimento comercial acionou o órgão ambiental para resgatar um carcará (Caracara plancus). A equipe constatou que a ave estava com uma das patas machucada, tendo sido avaliada e encaminhada para o Cetas, afim de ser reabilita e depois reinserida na natureza.

Entrega voluntária

No órgão ambiental foram entregues voluntariamente por um cidadão, cinco jabutis-piranga (Chelonoidis carbonaria), e, após avaliação clínica, constatado que estavam saudáveis e sem nenhum problema físico.
A Adema informa a população que ao encontrar algum animal silvestre é importante acionar a equipe especializada para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9-9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária.

Última atualização: 15 de outubro de 2021 09:43.

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