Ações de preservação do meio ambiente é tema de Mostra Ambiental da Adema

Atuação de profissionais durante ações de fiscalização ambiental, monitoramento de praias, tratamento de animais silvestres resgatados e apreendidos, emissão de licenciamento ambiental, análise laboratoriais, entre outras atividades desenvolvidas por profissionais da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), estão eternizadas em imagens montadas em painéis e fazem parte de uma exposição que o órgão ambiental realiza a partir dessa sexta-feira, 4, no Shopping Riomar, na Zona Sul de Aracaju.


A Mostra Ambiental tem como propósito divulgar à sociedade sergipana os trabalhos desenvolvidos diariamente pelas dezenas de profissionais da Adema em prol da preservação do meio-ambiente, bem como conscientizá-la acerca dos cuidados, respeito e proteção com a natureza, que começa dentro da própria casa de cada um dos cidadãos e se estende por todo o ambiente externo em que eles frequentam.


A mostra


Exposta em um stand no segundo piso do shopping center, a mostra é composta por imagens fotográficas em boa resolução, nas quais estão registradas as mais diversas atividades realizadas pelos colaboradores do quadro funcional da Adema e estão montadas em painéis informativos. Também estão instalados dois aparelhos de TV’s em que são exibidos vídeos com as ações desempenhadas por eles, além de quatro profissionais de áreas diferentes, que se revezarão em dupla, a fim de esclarecerem as dúvidas por parte dos visitantes acerca dos materiais divulgados.


Principal instituição governamental do Estado no que diz respeito à operacionalização da política voltada ao meio ambiente, a Adema realiza uma gama de atividades visando não apenas a melhoria da qualidade ambiental, mas sobretudo no gerenciamento dos recursos naturais e no fazer cumprir a legislação ambiental dentro da sua esfera de competência, combate a todos os tipos de poluição mediante execuções preventivas e corretivas e ainda promovendo uma variedade de ações de natureza educativa, bem como recuperando áreas que por ventura sofram degradação no território sergipano.


Para o Diretor-Presidente do órgão, Gilvan Dias, a Mostra Ambiental é uma maneira dos cidadãos se interarem sobre as atividades desenvolvidas em defesa da fauna e flora sergipanas. “A realização desse evento traz para a população informações sobre as ações ordinárias da Adema. É uma ótima oportunidade para as pessoas conhecerem de perto o dia a dia de cada profissional do órgão e o quanto o trabalho de cada um é de extrema importância para a preservação da natureza”, ressalta.


A Mostra Ambiental fica em cartaz até o domingo, 13, no pavimento superior do Shopping RioMar, no corredor entre a Praça de Alimentação Mar e o Complexo de cinemas, no horário de funcionamento do centro comercial, sendo das 10h às 22h de segunda-feira à sábado e das 12h às 20h aos domingos.

Equipes da Adema resgatam animais silvestres em bairros da capital e municípios do interior sergipano

Dando prosseguimento às atividades de rotina e atendendo às solicitações por parte da população, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) efetuaram resgates de animais silvestres em alguns bairros da capital e no interior sergipano.

No bairro Farolândia, Zona Sul de Aracaju, os profissionais resgataram uma jiboia arco-íris (Epicrates) que se encontrava em um restaurante. Após a avaliação veterinária, constatou-se tratar-se de um animal adulto com 1,20 m, bastante saudável e ativo, e, por não apresentar nenhuma lesão aparente, foi solto em área de reserva ambiental.

No Centro da capital, um Savacu (Socó-dorminhoco) que estava preso na área de ventilação de uma loja comercial foi resgatado por uma das equipes. Após a avaliação veterinária, viu-se que a ave apresentava lesões nas asas e assim ficando impossibilitada de voar, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para os devidos cuidados, e, posteriormente, ser reinserida na natureza.

No Bairro Industrial, Zona Norte de Aracaju, outra equipe de fauna resgatou uma coruja-do-mato (Strix virgata) que se encontrava dentro de uma residência, contida em uma caixa. Feita a avaliação, os profissionais optaram por encaminhá-la ao Cetas para ser avaliada minuciosamente, e, a depender do resultado, receber os cuidados necessários, e,  posteriormente, ser posta à soltura.

Interior

O órgão ambiental foi acionado para recolher 12 aves silvestres no município de Itaporanga D’ajuda, Território da Grande Aracaju, sendo todas elas provenientes de apreensões realizadas pelo Pelotão de Polícia Ambiental. Entre as aves recolhidas, haviam sanhaço (Thraupis), rolinha-pedrês (Columbina squammata), viuvinha (Colonia colonus), tico-tico (Zonotrichia capensis), canário-da-terra (Sicalis flaveola) e rolinha-roxa (Columbina talpacoti). Após avaliação veterinária, constatou-se que todas elas estavam saudáveis e sem apresentar nenhuma lesão, motivo pelo qual foram libertadas em área de reserva ambiental

No distrito de Lagoa Redonda em Pirambu, Território Leste Sergipano, uma jiboia adulta (Boa constrictor) foi resgatada. Ao chegar no local, os profissionais encontraram o réptil preso em uma rede de pesca. Após avaliação veterinária, constatou-se que a cobra estava saudável, tendo sido posta à soltura.

Adema faz soltura de 88 animais em área de Caatinga

Equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram a soltura de 88 animais silvestres de diversas espécies, em áreas de vegetação do bioma Caatinga em municípios do Território do Alto Sertão Sergipano.

Foram reinseridos na natureza  jabutis (Chelonoidis carbonaria), papa-capim (Sporophila nigricollis), canário-da-terra (Sicalis flaveola), cardeal (Paroaria), sanhaço (Thraupis), entre outros.

As espécies são provenientes de apreensões e resgates realizados por profissionais da Adema e se encontravam no Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, na Zona Norte da capital sergipana, sendo que todos passaram por avaliações veterinárias e receberam os devidos cuidados até estarem aptos à soltura.

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Equipes da Adema resgatam jiboias em bairros da capital e no interior

Por conta das chuvas leves, porém recorrentes, nas últimas semanas as solicitações para que as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) resgatem cobras jiboias (Boa constrictor) tem aumentado consideravelmente tanto na capital, quanto no interior sergipano.

No bairro Porto Dantas, Zona Norte de Aracaju, os profissionais resgataram uma jiboia que se encontrava solta em um condomínio residencial. Feita a avaliação, percebeu tratar-se de um animal jovem, bastante ativo e responsivo e sem nenhuma lesão, o que possibilitou sua soltura em área de reserva ambiental.

Outra cobra da mesma espécie foi resgatada no Conjunto Santa Luzia, Zona Oeste da capital, que estava em um galpão. Após a avaliação dos profissionais, constatou-se tratar de uma jiboia filhote, bastante responsiva e sem nenhuma lesão aparente, tendo sido solta em área de reserva ambiental.

No bairro Mosqueiro, Zona de Expansão, os profissionais também resgataram uma jiboia que estava em uma residência. Concluída a avaliação, verificou-se tratar de um réptil adulto, saudável e sem nenhuma alteração, tendo sido posta à soltura.

Interior sergipano

No município de São Cristóvão, Território da Grande Aracaju, as equipes foram acionadas para resgatar uma jiboia adulta que estava em um posto de saúde, localizado no Povoado Cardoso. Feita a avaliação, percebeu-se que o réptil estava saudável e sem nenhuma lesão, tendo sido solto posteriormente em reserva ambiental.

Segundo o veterinário da Adema, Daniel Allievi, a frequente ocorrência dessa espécie é comum em períodos de chuva. “O aparecimento recorrente das cobras jiboias é bem comum nessa época do ano, devido ao tempo chuvoso. A chuva cai em maior frequência e acaba inundando o abrigo desses répteis, fazendo com que eles saiam de suas tocas a procura de um novo local para ficarem. Outro fator de influência nesse caso é o fato desses animais serem ectotérmicos, ou seja, eles regulam a sua temperatura de acordo com o habitat em que estão inseridos, fazendo com que as jiboias saiam em busca de sol e calor para se aquecerem”, explica.

A Adema ressalta a população que ao encontrar algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Animais são resgatados por equipes da Adema

Atendendo às solicitações de diversos moradores, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram resgates de animais em vários bairros da capital.

No bairro Aruana, Zona de Expansão da capital, uma jiboia (Boa constrictor) adulta foi resgatada, e após a avaliação veterinária, por encontrar-se saudável e sem apresentar nenhuma lesão, foi posta à soltura.

Outra jiboia adulta foi resgatada, porém, em uma residência no bairro Santa Maria, Zona Sul da capital. Por estar saudável e responsivo e sem apresentar nenhuma lesão, o réptil foi posto a soltura em área de reserva ambiental.

Jandaias       

Ainda no mesmo bairro, uma equipe resgatou uma Jandaia verdadeira (Aratinga jandaya) que estava dentro de uma residência. Após avaliação veterinária, constatou-se tratar de um animal bastante responsivo, porém, apresentando uma lesão aparente em uma das asas, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) para reabilitação, e, posteriormente ser reinserida na natureza.

Outra Jandaia verdadeira (Aratinga jandaya) foi resgatada no bairro Augusto Franco, na Zona Sul. Feita a avaliação, o animal estava saudável e em condições de soltura, tendo sido reinserido em área de reserva ambiental.

Ainda na Zona Sul, no bairro 13 de julho, os profissionais resgataram uma andorinha (Hirundinidae). Ao chegar no local, a ave já estava contida e após avaliação, constatou-se tratar-se de uma espécie juvenil, bastante ativo, porém, apresentava uma respiração dispnéica, tendo sido encaminhada para o Cetas para receber os cuidados necessários e depois ser posta à soltura.

Na Zona Oeste, no bairro Capucho, uma equipe foi acionada para resgatar um gavião carijó (Rupornis magnirostris) que se encontrava em uma área do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SE). Segundo os funcionários do órgão, o animal não conseguia voar e estava bastante estressado. Feita a avaliação veterinária, constatou que a ave apresentava uma lesão na asa direita, tendo sido encaminhada para o Cetas para reabilitação, e, posteriormente ser solta em seu habitat.

A Adema ressalta que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

Equipes da Adema resgatam diversos animais em bairros da capital e no interior sergipano

Atendendo à solicitações da população, equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizou diversos resgates de animais silvestres em bairros da capital e no município Barra dos Coqueiros.

No bairro Inácio Barbosa, na Zona Sul da capital, a equipe foi acionada para fazer o resgate de uma iguana verde (Iguana iguana) que se encontrava no interior de uma residência. Após a contenção e avaliação clínica, constatou-se  ser um animal jovem, ativo e bastante responsivo, tendo sido solto em área de reserva ambiental.

Já no bairro Farolândia, também na Zona Sul, a equipe resgatou dois saruês (Didelphis aurita) que estavam em um condomínio residencial contidos em um tonel. Por estarem saudáveis e responsivos, os animais saudáveis foram postos à soltura.

Outro saruê (Didelphis aurita) foi resgatado na mesma região, no Conjunto Orlando Dantas. Feita a avaliação, constatou-se que o animal estava muito debilitado, com a região traseira comprometida, tendo sido encaminhado ao Cetas para receber os cuidados necessários e posteriormente ser reinserido na natureza.

Ainda na Zona Sul da no bairro Atalaia, as equipes foram acionadas para fazer o resgate de um teiú (Tupinambis) que encontrava-se por trás dos móveis no quarto de uma residência. Feita a avaliação, constatou-se que o réptil estava responsivo e por não apresentar nenhum problema clínico foi reinserido na natureza.

No Conjunto Leite Neto, também na Zona Sul, os profissionais realizaram o resgate de um Saruê (Didelphis aurita) que encontrava-se no quintal de uma residência. Ao fim da avaliação verificou-se que o animal estava saudável e em condições de soltura, tendo o mamífero sido posto à soltura em área de reserva ambiental.

Também no Conjunto Leite Neto, uma das equipes do órgão ambiental recolheu uma rolinha (Columbina) que estava em uma residência. Após a avaliação, verificou-se que a ave encontrava-se saudável, tendo sido posta à soltura em área de reserva ambiental.

Interior

No município Barra dos Coqueiros, Territórios da Grande Aracaju, o órgão ambiental foi acionado para resgatar uma ave que estava impossibilitada de alçar vôo. Feita a avaliação clínica, foi identificado que tratava-se de um filhote de bem-te-vi (Pitangus sulphuratus) que apresentava ferimentos na asa, tendo sido encaminhado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade para cuidados neonatais, e, posteriormente ser solto em seu habitat.

A Adema ressalta a população que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

Adema resgata animais silvestres na capital e em cidades do interior

Atendendo à solicitações de populares, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) realizaram nos últimos dias, resgates de animais silvestres em bairros da capital e em alguns municípios do interior sergipano.

No bairro Aruana, Zona de Expansão da capital, os profissionais resgataram um papagaio-do-mangue (Amazona amazonica). De acordo com o morador que fez a solicitação, a ave estava sendo perseguida por cães antes de ser salva. Após a contenção, o animal foi encaminhado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, para avaliação clínica, e, posteriormente, ser reinserido na natureza.

Em um condomínio residencial do Conjunto Augusto Franco, no bairro Farolândia, Zona Sul da capital, uma equipe foi solicitada para fazer o resgate de um saruê (Didelphis aurita). Ao chegar no local, o animal já estava contido, e depois da avaliação clínica, percebeu-se tratar de um animal saudável, tendo sido solto em área de reserva ambiental.

No bairro América, Zona Oeste da cidade, uma das equipes de fauna resgataram um jabuti (Chelonoidis carbonaria) que se encontrava em uma residência. A moradora explicou ter encontrado o animal machucado e após avaliação clínica, os profissionais constataram que o animal apresentava  prolapso peniano, tendo sido encaminhado para tratamento no Cetas para tratamento e depois ser devolvido ao habitat.

Interior

No município de Nossa Senhora de Lourdes, no Território do Alto Sertão Sergipano, o órgão ambiental  foi acionado para resgatar um cachorro do mato (Cerdocyon thous) em uma residência. Segundo a moradora, ela pegou o animal para cuidar por dois meses e o soltou em área rural. No entanto, o animal retornou à sua casa, porém machucado, fato que a levou a manter contato com a Adema. Feita a examinação, o mamífero  apresentava dor em uma das patas, o que dificultava sua locomoção, tendo sido encaminhado para o Cetas para reabilitação, e, reinserido à natureza quando estiver saudável.

Já em São Cristóvão, no Território da Grande Aracaju, uma equipe  foi acionada para fazer o resgate de um jacaré (Alligatoridae) que se encontrava no campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Após o resgate e avaliação clínica, constatou-se tratar de um animal saudável e responsivo, e, por não apresentar nenhum problema clínico foi posto à soltura em área de reserva ambiental.

A Adema informa que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais.

Adema apresenta alto índice de resgates de saruê

Nas últimas semanas, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) têm sido contactadas frequentemente para realizar os resgates de Saruês (Didelphis aurita) em diversos pontos da capital e também no interior do Estado.

No bairro Farolândia, Zona Sul da capital, as equipes de fauna foram acionadas para fazer o resgate de sete saruês que se encontravam em residências de moradores. Após as avaliações clínicas, os que não apresentavam nenhuma lesão foram encaminhados para soltura em área de reserva ambiental e os mais debilitados, para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, para reabilitação.

Na comunidade Matapuã, Zona de Expansão de Aracaju, os profissionais do órgão ambiental resgataram dois animais que também estavam em residências de moradores. Feitas as devidas avaliações, constatou-se que ambos apresentavam-se saudáveis e responsivos, e, posteriormente foram postos à soltura.

No município de Tomar do Geru, no Território Sul do Estado, uma equipe de fauna  efetuou o resgate de uma fêmea e cinco filhotes, que encontravam-se em uma rua. Logo após o resgate a fêmea foi à óbito e os filhotes encaminhados ao Cetas para os devidos cuidados.

Época propícia

Segundo o médico-veterinário da Adema, Daniel Allievi, existe uma justificativa plausível para o fato. “Com a chegada do calor o número da população desses animais tende a crescer cada vez mais, visto que é uma época propícia para a sua reprodução e também é quando os filhotes começam a vagar sozinhos em busca de alimentos. Somente na capital em menos de um mês foram resgatados ao todo, 14 destes animais, sendo oito filhotes, cinco adultos e um saruê juvenil”, explica.

Também conhecido como gambá, o saruê faz parte da família dos marsupiais (assim como o canguru), que após o nascimento dos filhotes ficam se alimentando do leite materno protegidos dentro do marsúpio (bolsa) da mãe. Esses mamíferos são típicos da região Nordeste e se adaptaram a viver e se reproduzirem na região de cidades e centros urbanos devido à facilidade na busca por alimentos, além da falta de predadores, por essa razão, geralmente são encontrados em residências.

Não há relatos de ataques desses animais a seres humanos, e assim como os demais animais silvestres, ele é protegido pela lei de crimes ambientais que proíbe matar, perseguir, caçar, apanhar ou perseguir sem a autorização do órgão ambiental. A Adema ressalta a população que ao encontrar qualquer tipo de animal silvestre,  não deve manusear, tentar alimentar ou medicar estes animais, apenas acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária desse tipo de animal.

Adema resgata animais em bairros da capital e no município de São Cristóvão

No decorrer desta semana, as equipes de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) foram solicitadas para efetuar resgates de animais em bairros da capital e ainda no município de São Cristóvão, no Território da Grande Aracaju.

No bairro Farolândia, Zona Sul de Aracaju, uma das equipes realizou o resgate de um saruê (Didelphis aurita) e três filhotes que se encontravam contidos em um tonel na residência de um morador. Após a avaliação clínica, constatou-se tratar de uma fêmea adulta e filhotes nascidos há pouco tempo, bastante ativos e saudáveis. Por não apresentarem nenhum problema clínico, a mãe e sua prole foram postos à soltura em área de reserva ambiental.

Na mesma região, porém, no bairro Atalaia, outra equipe foi acionada por funcionários de um supermercado para fazer o resgate de uma família de Saguis-de-tufo-branco (Callithrix jacchus) que haviam entrado nas dependências da loja. Ao chegarem no local, a equipe foi informada de que eles já haviam evadido-se da parte interna e ocupavam algumas árvores do estacionamento do estabelecimento comercial. Por se tratar de um bando e área em torno possuir vegetação, os profissionais optaram por não efetuar o resgate e passou orientações aos trabalhadores de como eles podem agir em caso de o bando retornar ao interior da loja.

Ainda na Zona Sul, os profissionais do órgão ambiental resgataram um Frango-d’água-azul (Porphyrio martinicus) que havia sido encaminhada do Parque Governador Augusto Franco (Parque da Sementeira) para uma clínica de saúde localizada no bairro Treze de Julho. Feito o resgate, os profissionais constataram que a ave aquática necessitava de cuidados específicos, tendo sido encaminhada para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), localizado no Parque da Cidade, onde receberá  tratamentos específicos, e, posteriormente quando estiver apta, ser reinserida na natureza. 

No município de São Cristóvão, Território da Grande Aracaju, outra equipe da Adema foi solicitada para resgatar um gavião carijó (Rupornis magnirostris) que surgiu no pátio do Complexo Penitenciário (COPEMCAN). Feita a análise clínica, percebeu-se que a ave apresentava desidratação e dificuldade em alçar voo, devido a vestígios de graxa e falhas na estrutura de algumas penas, tendo sido encaminhada para o Cetas para reabilitação, e posteriormente ser posta à soltura em área de reserva ambiental.

 Entrega voluntária

Na sede do órgão ambiental, situado no bairro 13 de Julho, foram entregues voluntariamente três jabutis (Chelonoidis carbonária). Após avaliação clínica, os animais foram encaminhados para o Cetas, onde receberão os  tratamentos necessários , e, posteriormente, devolvidos ao seu habitat específico.

A Adema informa que, caso a população encontre algum animal silvestre fora do seu habitat é importante acionar as equipes especializadas do órgão para fazer o resgate ou apreensão, por meio do telefone (79) 9 9191-5535. O mesmo número também serve para agendar a entrega voluntária de animais

Última atualização: 14 de janeiro de 2022 13:45.

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